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    “Pessoa honesta”, diz Marquinhos Trad sobre ex-secretário preso em operação contra tapa-buraco

    O vereador e ex-prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PV), saiu em defesa do ex-secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, preso durante a Operação Buraco sem Fim, deflagrada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) na terça-feira (12).

    Ao comentar a prisão do antigo subordinado, Marquinhos afirmou confiar na conduta e no histórico profissional de Fiorese, ressaltando que ele foi escolhido para compor a administração municipal pelo currículo e experiência técnica.

    Ao jornal Midiamax, o parlamentar disse “Tenho certeza de que ele é uma pessoa correta, honesta e decente. Durante todo o período em que trabalhou na administração, nunca me trouxe qualquer contratempo”, declarou o vereador ao jornal Midiamax.

    O ex-prefeito também afirmou que todos os contratos firmados durante sua gestão, entre 2017 e 2022, passaram por fiscalização dos órgãos de controle. Segundo ele, eventuais questionamentos devem ser apurados com responsabilidade e com garantia do direito de defesa aos investigados.

    Marquinhos Trad segundo aliados é pré-candidato a deputado federal nas eleições de 2026. Recentemente filiado ao PV, ele deve disputar o pleito com apoio do presidente Lula. Já o irmão do parlamentar, Fábio Trad, é apontado como pré-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pelo PT.

    Operação Buraco sem Fim

    Deflagrada em 12 de maio de 2026, a Operação Buraco sem Fim cumpriu sete mandados de prisão e dez de busca e apreensão em Campo Grande. A investigação apura um suposto esquema de fraudes em contratos de tapa-buraco e manutenção de vias públicas da Capital.

    De acordo com o MPMS, foi identificada a atuação de uma organização criminosa responsável por manipular medições de serviços e viabilizar pagamentos indevidos por obras que não teriam sido executadas integralmente.

    Os promotores apontam que os pagamentos públicos não correspondiam aos serviços efetivamente prestados, permitindo o desvio de recursos públicos, enriquecimento ilícito dos envolvidos e comprometimento da qualidade da malha viária da cidade.

    Levantamento das investigações indica que, entre 2018 e 2025, a empresa alvo da operação acumulou contratos e aditivos que somam R$ 113.702.491,02.

    Redação

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