Campo Grande recebeu neste sábado (16) mais uma edição do Festival Bon Odori, um dos eventos mais tradicionais da cultura japonesa na capital. A festa, que já faz parte do calendário cultural da cidade, reuniu famílias, apresentou danças típicas, atrações musicais e trouxe à mesa a gastronomia japonesa, reforçando a integração entre gerações e a valorização da diversidade cultural.
Entre as autoridades presentes, quem chamou atenção foi o secretário de Articulação Regional, Darci Caldo. Conhecido por manter proximidade com a população, ele fez questão de prestigiar o festival e destacou o papel da comunidade japonesa no desenvolvimento da capital.

“Quero dizer que a prefeitura de Campo Grande está de portas abertas e com certeza Campo Grande deve muito para a comunidade nipônica. Sem a comunidade, sem os descendentes, Campo Grande não seria essa cidade maravilhosa que é, linda para se morar”, afirmou Caldo.
A presença do secretário foi recebida com gratidão pela presidente da Associação Nipo Brasileira de Campo Grande, Maria Leny Adania de Sylos. Ela reforçou a importância do apoio da gestão municipal, conduzida pela prefeita Adriane Lopes, no fortalecimento da cultura local. “Agradecemos a presença do secretário representando a prefeita Adriane Lopes e o apoio que a gestão tem dado à comunidade nipônica em Campo Grande”, declarou.
O Festival Bon Odori é considerado um marco da cultura japonesa no Brasil e em Campo Grande tem conquistado cada vez mais espaço. Em sua 39ª edição, o evento acontece neste fim de semana, nos dias 16 e 17 de agosto, na sede da Associação Nipo Brasileira, localizada na Avenida Ministro João Arinos, 1792, saída para Três Lagoas.

No sábado, as atividades ocorrem das 19h às 23h. No domingo, o público pode participar das 18h às 22h. O acesso é aberto a toda a comunidade, reunindo famílias campo-grandenses e visitantes em torno da tradição, da música, da dança e da culinária japonesa.
Com milhares de visitantes todos os anos, o Bon Odori se consolidou como um dos principais momentos de integração cultural da capital, reafirmando o laço histórico entre Campo Grande e a comunidade nipônica que ajudou a construir a cidade.

