Em meio às discussões sobre o reajuste do IPTU em Campo Grande, o vereador André Salineiro (PL) afirmou que ainda não há definição oficial sobre o percentual de desconto que será concedido aos contribuintes. A declaração foi feita em vídeo publicado no Instagram, no início da noite desta quarta-feira, após reunião com o corpo técnico da Câmara Municipal.
No vídeo, o parlamentar rebate informações que circulam em canais de comunicação indicando que o desconto seria limitado a 10%. Segundo Salineiro, a definição ainda está em aberto. “Nada ainda definido sobre o IPTU de Campo Grande. Apesar de alguns canais de comunicação afirmarem que o desconto será apenas de 10%, eu digo a vocês, aguardem, ainda não está definido”, afirmou.

O vereador relatou ainda que passou a tarde no Paço Municipal em reunião com a prefeita Adriane Lopes (PP), onde o IPTU foi um dos principais temas tratados. Além do debate sobre o percentual de desconto, Salineiro informou que solicitou a prorrogação do prazo para entrega da documentação referente aos chamados terrenos L3, que incluem imóveis em condomínios fechados.
Esses terrenos possuem o direito à redução da alíquota do IPTU de 3,5% para 1%, desde que os proprietários apresentem a documentação exigida. O prazo atual para regularização termina em 31 de dezembro de 2025, e o parlamentar defende a ampliação desse período para evitar prejuízos aos contribuintes que ainda não conseguiram reunir os documentos necessários.
Em conversa com o Fato67, André Salineiro disse acreditar que uma definição favorável aos contribuintes deve ser anunciada em breve. “Eu acho que nas próximas horas teremos essa notícia de que vai ser mantido os 20% de desconto. Tá todo mundo achando que ficou nos 10% mesmo, mas eu creio que nas próximas horas vai sair essa notícia, estou bem esperançoso”, declarou.
A expectativa agora gira em torno de um posicionamento oficial da Prefeitura de Campo Grande, que deverá confirmar tanto o percentual final de desconto do IPTU quanto a possibilidade de prorrogação dos prazos para regularização dos terrenos L3. Até lá, o cenário permanece indefinido, apesar da pressão de vereadores e de setores da sociedade por condições mais favoráveis aos contribuintes.

