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    Apesar de limitações, acordo Mercosul–UE representa avanço para o agro, avalia Tereza Cristina

    Vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado, a senadora Tereza Cristina (PP) afirmou que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia representa um avanço importante para o Brasil, apesar de não atender plenamente às expectativas do setor produtivo. Segundo a parlamentar, o tratado “não foi o acordo dos sonhos”, mas deve contribuir para a ampliação das exportações do agronegócio brasileiro.

    “A aprovação do Acordo Mercosul–UE, após 25 anos, é um avanço importante. Em 2019, estive em Bruxelas na conclusão das negociações”, afirmou a senadora. Para Tereza Cristina, o texto final foi o “possível”, ao estabelecer cotas e abrir canais comerciais, ainda que o livre-comércio pleno permaneça distante.

    Ao comentar o cenário internacional, a senadora destacou que o agro brasileiro enfrenta ameaças que considera injustas, sobretudo diante das novas salvaguardas impostas pela União Europeia. Ainda assim, avaliou que o acordo pode ser ajustado ao longo do tempo e abrir novas perspectivas comerciais. “Ele traz alternativas para as exportações brasileiras em um contexto global cada vez mais protecionista”, disse.

    A maioria qualificada dos Estados-membros da União Europeia aprovou, nesta sexta-feira (9), o acordo de livre-comércio com o Mercosul. A decisão foi tomada em reunião de embaixadores dos 27 países do bloco, em Bruxelas, e marca um avanço em uma negociação iniciada há mais de duas décadas.

    Considerado histórico, o tratado cria uma das maiores zonas de livre-comércio do mundo e pode conectar a produção sul-americana a um mercado de mais de 720 milhões de consumidores europeus.

    Redação

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