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    Ativistas LGBT e movimentos de esquerda convocam manifestação contra prefeita e vice conservadoras

    Grupos ligados à esquerda radical de Campo Grande organizam uma manifestação contra a prefeita Adriane Lopes (PP) e sua vice, Dra. Camilla Nascimento (Avante). O ato está marcado para o dia 5 de abril, às 9h30, na Avenida Afonso Pena com a Rua 14 de Julho, no centro da capital.

    Desde as eleições de 2024, movimentos LGBT, lideranças de religiões de matrizes africanas, militantes feministas e setores da esquerda têm demonstrado insatisfação com a administração da prefeita, principalmente devido à sua postura cristã conservadora e ao apoio a Jair Bolsonaro. Sem aceitar a derrota nas urnas, esses grupos têm se mobilizado em uma série de ataques e tentativas de assassinato de reputação contra Adriane e sua gestão, buscando projeção política para as eleições de 2026.

    Um dos parlamentares mais atuantes na oposição à prefeita Adriane, o vereador Jean Ferreria (PT) tem incentivado movimentos contrários à atual gestão em suas redes sociais e pedindo Novas Eleições.

    O vereador Jean Ferreira pede novas eleições em seu Instagram | Imagem: Montagem Fato67

    A estratégia dos manifestantes inclui responsabilizar a atual administração por problemas herdados da gestão anterior de Marquinhos Trad. Durante o mandato de Trad, a saúde pública da cidade enfrentou graves crises, agravadas pela pandemia de Covid-19. Somente em 2020, mais de mil campo-grandenses perderam a vida devido ao colapso no sistema de atendimento médico, resultado de anos de dificuldades estruturais e falta de investimentos adequados.

    Mesmo diante das críticas, a gestão de Adriane Lopes tem buscado implementar medidas para reorganizar a administração municipal e garantir melhorias nos serviços públicos. No entanto, a mobilização organizada pela militância de esquerda tenta desgastar politicamente a prefeita, utilizando pautas ideológicas como instrumento de oposição.

    A expectativa é de que a manifestação reúna militantes de diferentes frentes políticas, e a repercussão do ato pode influenciar o cenário político local nos próximos anos. Resta saber se a manifestação terá adesão popular ou se será apenas mais uma tentativa da esquerda de desestabilizar uma gestão democraticamente eleita.

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