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    Buscando otimização, Adriane Lopes planeja corte de 30% nos custos com reforma administrativa na Prefeitura

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    A prefeita Adriane Lopes (PP) anunciou, na manhã desta segunda-feira (9), sua intenção de reduzir em 30% os custos com a estrutura administrativa e com pessoal da Prefeitura de Campo Grande, a partir de 2025

    Buscando otimização, Adriane Lopes planeja corte de 30% nos custos com reforma administrativa na Prefeitura

    O anúncio ocorre enquanto o projeto de reforma administrativa tramita na Câmara de Vereadores.

    Durante uma agenda pública, Adriane destacou que a proposta é parte de um esforço para otimizar os gastos e reinvestir os recursos na cidade. “Os últimos dias foram de estudo, de análise, pensando no que fazer com o futuro de Campo Grande. Vamos diminuir 30% da estrutura de custeio e gastos com pessoal, para reinvestir na cidade”, afirmou a prefeita.

    Embora tenha enfatizado a necessidade de ajustes na máquina pública, Adriane não detalhou quais cargos ou áreas específicas serão impactados pelos cortes.

    Projeto em análise na Câmara

    Encaminhada à Câmara no último dia 5 de dezembro, a proposta de reforma administrativa prevê uma reestruturação das secretarias e agências municipais. Entre as mudanças sugeridas estão:

    • Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais: Passará a absorver a Fundação Municipal de Esportes e a Agência Municipal de Transporte e Trânsito.
    • Secretaria Especial da Casa Civil: Assumirá a Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano, a Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários e a Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos.
    • Secretaria Municipal de Fazenda: Ficará responsável pelo Instituto Municipal de Previdência Social.
    • Secretaria Municipal de Administração e Inovação: Passará a englobar a Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação.
    • Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Meio Ambiente e Fiscalização Urbana: Integrará a Fundação Social do Trabalho de Campo Grande.

    O projeto segue em discussão na Câmara de Vereadores, onde será analisado e debatido antes de uma possível aprovação. Se implementada, a reforma poderá representar uma significativa mudança na estrutura administrativa da capital sul-mato-grossense, com reflexos nos serviços públicos e na gestão fiscal.

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