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    CPMI do INSS retoma trabalhos com Soraya Thronicke e Dagoberto Nogueira na comissão

    Durante o recesso, comissão solicitou ao STF acesso a documentos sigilosos do Banco Master.

    A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) retoma os trabalhos na próxima semana, com a participação de parlamentares de Mato Grosso do Sul entre membros titulares e suplentes. A comissão investiga irregularidades envolvendo descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas, especialmente relacionados a empréstimos consignados realizados sem autorização.

    Integram a CPMI como membros titulares a senadora Soraya Thronicke (Podemos) e o deputado Dagoberto Nogueira (PSDB). Na condição de suplentes, participam os senadores Tereza Cristina (PP) e Nelsinho Trad (PSD).

    Com o fim do recesso parlamentar do Congresso Nacional, previsto para o final de janeiro, deputados e senadores retomam oficialmente as atividades em 1º de fevereiro. Na volta aos trabalhos, a expectativa é de aprofundamento das investigações, com foco nos mecanismos utilizados para a realização de descontos irregulares nos benefícios previdenciários.

    Durante o período de recesso, a CPMI solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) acesso a documentos sigilosos do Banco Master, considerados relevantes para o avanço das apurações.

    O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que deverá apresentar uma prévia do relatório com base nas oitivas realizadas ao longo de 2025. Segundo ele, a próxima etapa será avaliar, junto ao relator, a necessidade de novas audiências.

    “Em fevereiro, nós vamos fazer uma análise com o relator sobre em que pé está o relatório, que nessa primeira fase ele já está trabalhando. Vamos saber se ainda precisamos de algumas oitivas. Caso não sejam necessárias, entraremos imediatamente na questão dos bancos”, declarou.

    O relator da CPMI é o deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A comissão tem prazo para encerrar os trabalhos até o dia 28 de março, com possibilidade de prorrogação, caso os parlamentares considerem necessário para a conclusão das investigações.

    Redação

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