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    “Flávio deve vir ao Estado em abril”, diz Azambuja após reunião que defende unidade contra o PT em MS

    O ex-governador e presidente estadual do PL, Reinaldo Azambuja, falou à reportagem do Fato67 após reunião realizada na tarde desta quarta-feira (4), em Brasília, com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro. O encontro também contou com a presença do governador Eduardo Riedel, do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, e do secretário-geral do partido, o senador Rogério Marinho.

    Segundo Azambuja, a conversa ocorreu em clima de tranquilidade e alinhamento político. “Flávio muito tranquilo, deve vir para Mato Grosso do Sul em abril”, afirmou o ex-governador, ao indicar que o senador pode cumprir agenda no Estado no próximo mês.

    Azambuja destacou que a principal pauta foi a construção de unidade entre os grupos de direita e centro no Estado. De acordo com ele, o diálogo reforçou entendimentos já tratados anteriormente e avançou na consolidação de alianças políticas.

    “O diálogo foi dentro da unificação. Conservador é unidade, é pegar todos da direita e do centro para enfrentar a esquerda, que é o adversário comum de todos nós”, declarou.

    O partido já definiu apoio à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP), que deve enfrentar um candidato do presidente Lula (PT) na disputa pelo governo estadual. O nome de Azambuja ao Senado também está garantido, enquanto a segunda vaga será definida até a convenção partidária, com participação direta de Flávio e do ex-presidente Bolsonaro na escolha.

    Riedel e Azambuja devem oferecer a Flávio Bolsonaro o que aliados consideram ser o maior palanque eleitoral do Centro-Oeste, reunindo lideranças de centro e direita. A estratégia prevê presença política nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, cenário considerado favorável diante do fato de o PT não ter elegido prefeitos no Estado.

    Nos bastidores, Azambuja trabalha para reduzir diferenças internas e ampliar a convergência entre os grupos bolsonaristas. A meta é consolidar a união da direita para eleger o governo, garantir as vagas ao Senado e ampliar a bancada federal de Mato Grosso do Sul na Câmara dos Deputados em 2026.

    Redação

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