O deputado estadual Lídio Lopes comentou, em entrevista ao Fato67, sobre a reabertura do Teatro Municipal José Octávio Guizzo e outras ações culturais em Campo Grande. Segundo o parlamentar, a iniciativa da prefeita Adriane de finalizar obras paradas e valorizar espaços culturais é um marco para a cidade.
Lídio Lopes destacou que a prefeitura investiu mais de R$ 250 milhões em Campo Grande e que a entrega de espaços como a Casa da Cultura, a Morada dos Bairros e o Teatro José Octávio Guizzo demonstra sensibilidade e atenção à cultura. “Isso é sinal que você tem olhos para a cultura e para a participação da população. Ela também está preparando auditórios e espaços culturais, como o auditório no Los Angeles e ao lado do NPCG, promovendo ambientes para fortalecer a cultura em Campo Grande”, afirmou.

O deputado ressaltou ainda a importância de resgatar a memória e a história local, mencionando praças e locais emblemáticos da cidade. Ele lembrou experiências pessoais, ao levar seu filho para conhecer pontos históricos da cidade, que estavam fechados ou inacessíveis, destacando que a reabertura do teatro é parte desse resgate cultural. “A prefeita Adriane teve a sensibilidade de reabrir o teatro, colocar foco e meta em finalizar todas as obras paradas em Campo Grande, algumas iniciadas há mais de 30 anos. Não tenho dúvida de que ela deixará sua gestão marcada pela execução de obras emblemáticas”, completou.
Espaço revitalizado
Inaugurado em 1971 e rebatizado em 1990 em homenagem ao artista José Octávio Guizzo, o teatro já foi palco de importantes produções culturais. Nos últimos anos, vinha sendo utilizado apenas para atividades administrativas e eventos pontuais, deixando de lado sua vocação artística.
A revitalização inclui 150 novos assentos, camarins renovados e a reforma do anexo, que passa a estar disponível para exposições, encontros e eventos culturais. A cerimônia de reinauguração reuniu autoridades e representantes do Fórum Municipal de Cultura, além de contar com uma apresentação artística especial para marcar o retorno do espaço à cena cultural de Campo Grande.

