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    Mesmo com ônibus fretado, protesto da esquerda contra Adriane fracassa novamente em Campo Grande

    O início da tarde deste sábado, 15 de novembro, foi marcado por um protesto pouco expressivo em frente à Prefeitura de Campo Grande. A manifestação, convocada por grupos ligados a partidos de oposição de esquerda, reuniu menos de 50 pessoas, mesmo com o reforço de um ônibus particular fretado especialmente para transportar participantes até o Paço Municipal. O cenário reforçou a percepção de um ato orquestrado e incapaz de mobilizar a população.

    Entre os presentes estavam servidores e apoiadores da oposição que criticavam questões educacionais envolvendo a Escola Agrícola Arnaldo. As reivindicações, no entanto, já haviam sido solucionadas pela gestão da prefeita Adriane Lopes. A Prefeitura lembra que o município custeia atualmente o ensino médio, apesar de essa etapa ser responsabilidade constitucional do Governo do Estado. A administração municipal também confirmou recentemente que irá repetir o modelo utilizado na Escola Barão do Rio Branco. O município oferecerá o ensino fundamental, enquanto o Estado assumirá o ensino médio e manterá o transporte escolar, sem prejuízos aos estudantes da região rural. A mudança ocorre de forma planejada e não representa qualquer impacto negativo para as crianças.

    Integrantes da comunidade escolar reconhecem que a presença de educadores no protesto atendeu majoritariamente a articulações políticas. Parte dos participantes seria composta por professores convocados que mantêm vínculos ideológicos com grupos de oposição mais radical, segundo fontes ligadas à instituição.

    O Saúde Delas – Centro de Referência da Mulher, Atendimento Materno-Infantil inaugurado por Adriane Lopes é referência em toda a América do Sul | Imagem: Reoprodução

    O ato também exibiu algumas placas mencionando mães atípicas, embora essa pauta já esteja sendo tratada pela gestão municipal. Mesmo diante do cenário crítico herdado da administração de Marquinhos Trad (PDT), especialmente na saúde, Adriane Lopes criou uma comissão dentro da Secretaria Municipal de Saúde dedicada exclusivamente às demandas dessas famílias. Uma mãe atendida pelo SUS em Campo Grande, que preferiu não se identificar, afirmou que a prefeita tem demonstrado sensibilidade e disposição para resolver todas as situações apresentadas.

    O protesto ainda contou com a presença de assessores ligados ao deputado estadual Pedrossian Neto, apelidado nos corredores da Assembleia Legislativa de “Papagaio do Trad”. A manifestação durou cerca de 30 minutos e começou a se dispersar tão logo a chuva se intensificou, encerrando-se com o mesmo número reduzido com que começou.

    Vereadora Luiza Ribeiro mostrando o dedo para servidoras, Dumato e manifestantes comunistas em frente a prota da Prefeitura de Campo Grande no dia 10 de outubro de 2025 | Imagem: Montagem Fato67

    Não é a primeira vez que atos organizados pela esquerda contra a gestão de Adriane Lopes apresentam baixa adesão e geram controvérsias. Em 10 de outubro, outro protesto do mesmo grupo trouxe à linha de frente figuras como Alisson Benítez Grance, investigado por tráfico e conhecido como Dumato, além da vereadora petista Luiza Ribeiro, registrada fazendo gestos obscenos com o dedo médio contra duas servidoras da Prefeitura. Uma delas, Vivviane Tobias, protocolou pedido de cassação da parlamentar na Câmara Municipal, apoiado também pela servidora Juliana Gaioso, igualmente ofendida no episódio.

    A nova manifestação deste sábado, apesar do transporte gratuito e das tentativas de mobilização, repetiu o desempenho tímido e evidenciou mais um revés para os opositores da prefeita de Campo Grande.

    Roger Usai

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