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    Na Marcha pela Liberdade, Maicon Sulivan fala em resgate de valores e identidade nacional

    O ativista político Maicon Sulivan participou, neste sábado (25), da Marcha pela Liberdade, em Brasília, mobilização liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira e que reuniu apoiadores de diferentes regiões do país em torno de pautas ligadas à direita conservadora, anistia aos presos do 8 de janeiro e críticas ao atual sistema político e institucional.

    Maicon explicou que não esteve presente desde o início da marcha, mas decidiu antecipar o retorno de uma viagem de férias para conseguir participar do ato. Segundo ele, o chamado veio principalmente pelas redes sociais, onde passou a receber mensagens de apoiadores pedindo sua presença em Brasília. Diante da mobilização crescente, optou por interromper o descanso e retornar antes do previsto para integrar o movimento, que também ficou conhecido entre os participantes como “Acorda Brasil”.

    Ao ser questionado sobre a principal pauta da manifestação, Maicon afirmou que, mais do que questões pontuais como anistia ou a situação jurídica de Jair Bolsonaro, o foco do ato seria um resgate simbólico da identidade nacional. Para ele, o movimento representa uma tentativa de reconstrução de valores ligados à moralidade, à família, à cultura e ao cristianismo, que, em sua avaliação, teriam sido enfraquecidos ao longo das últimas décadas no país. Na visão do ativista, a mobilização extrapola a política tradicional e assume um caráter mais amplo, envolvendo aspectos culturais, espirituais e sociais.

    Maicon também comentou sobre a presença de pessoas que não fazem parte da militância mais ativa, mas que acompanham a manifestação. Segundo ele, esse público considerado mais “neutro” tende a observar o movimento com atenção, principalmente pela diversidade de pensamentos dentro do próprio campo da direita. Para o ativista, apesar das divergências internas, a marcha liderada por Nikolas Ferreira tem como principal objetivo promover a união desse campo político, superando disputas e divisões que fragilizam a atuação coletiva.

    Ele destacou ainda que a mobilização tem servido como ponto de convergência para diferentes grupos conservadores, que passaram a enxergar o ato como uma oportunidade de reorganização e fortalecimento político. Na avaliação de Maicon, a união da direita é um dos principais resultados simbólicos da marcha, independentemente dos desdobramentos institucionais imediatos.

    Em tom descontraído, o ativista também falou sobre o preparo físico para encarar a caminhada. Disse que vinha se cuidando, mantendo rotina de exercícios e que estava disposto a enfrentar o trajeto, reconhecendo que o desgaste só seria sentido ao longo do dia. Para ele, o esforço físico faz parte do simbolismo do ato e da disposição de participar ativamente da mobilização.

    Roger Usai

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