Durante a Marcha pela Liberdade convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira, em Brasília, o comunicador esportivo e influenciador Thiago Asmar, conhecido como Pilhado, falou ao Fato67 sobre os motivos que o levaram a participar da mobilização e deixou críticas diretas ao cenário político atual.
Ao explicar por que saiu de casa para estar na manifestação, Pilhado afirmou que a insatisfação precisa sair do discurso e virar ação. “Eu fico muito puto com quem reclama do Brasil e fica acomodado aí com a bunda no sofá. Reclamar e não fazer nada é mole”, disse. Segundo ele, quem deseja mudanças precisa apoiar iniciativas que considera corretas. “Se a gente quer mudar o Brasil, se a gente quer tirar essa podridão imunda que tomou o país, a gente tem que apoiar o que é certo”, completou.

Pilhado também exaltou a figura de Nikolas Ferreira, a quem classificou como uma liderança jovem e sem vínculos com práticas tradicionais da política. “A gente tem um moleque aí que é novo, não tem rabo preso com ninguém, nunca se envolveu em corrupção. Por isso ele é o pesadelo dessa esquerda imunda”, afirmou.
Questionado sobre o recado que a Marcha pela Liberdade envia ao Congresso Nacional, o influenciador foi direto e sem rodeios. “Que o povo odeia a esquerda. É isso. Simples. Simples assim”, declarou, reforçando que, na visão dele, a mobilização expressa um sentimento popular que não pode ser ignorado pelos parlamentares.
Sobre o preparo físico para enfrentar a caminhada e a maratona de atividades do ato, Pilhado revelou que não está em sua melhor condição. “Não tá muito não. Passei por uma cirurgia recente”, contou. Mesmo assim, afirmou que o esforço faz parte do processo. “Sacrifício. Se a gente quer um Brasil melhor, a gente tem que se sacrificar”, disse.
Na entrevista, Pilhado também criticou tentativas de regulação das redes sociais e afirmou que esse ambiente se tornou essencial para a livre manifestação popular. Segundo ele, projetos para controlar esse espaço não avançaram. “Eles queriam regular as redes sociais, não conseguiram”, afirmou, acrescentando que hoje parte da sociedade consegue se expressar fora dos grandes meios de comunicação tradicionais.
Encerrando sua fala, Pilhado resumiu o sentimento que, na avaliação dele, domina o movimento. “Agora eles têm que aturar a gente nas redes sociais. Então atura ou surta”, concluiu.

