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    Para Mais e Para Menos: Reinaldo recebe apoio de Bolsonaro e Pollon tem que se explicar

    Na coluna Para Mais e Para Menos, você confere quem teve a melhor semana e quem enfrentou o pior momento na política estadual.

    A semana se encerrou com o maior trunfo que um candidato identificado com o bolsonarismo pode ter: o endosso direto do ex-presidente Bolsonaro e de seu filho, o senador e pré-candidato a presidência Flávio Bolsonaro.

    Após o vazamento de uma lista utilizada por Flávio Bolsonaro durante uma reunião da cúpula do PL para oficializar os candidatos, a imprensa e as redes sociais repercutiram os nomes que constavam no documento e as respectivas anotações. Posteriormente, a lista e as anotações foram confirmadas por Flávio. O nome de Reinaldo Azambuja apareceu sem qualquer ressalva, asterisco ou observação. A indicação foi clara: ele é o candidato ao Senado apoiado por Jair Bolsonaro em Mato Grosso do Sul.

    O aval fortalece o ex-governador e presidente estadual do partido, que vem se aproximando das bases bolsonaristas no Estado. Com a confirmação, Azambuja ganha segurança para intensificar agendas pelo interior e estruturar o que aliados consideram, potencialmente, o maior palanque de Flávio Bolsonaro no Centro-Oeste.

    Se para Reinaldo a semana foi de consolidação, para o deputado federal Marcos Pollon o saldo foi negativo.

    Na mesma lista confirmada por Flávio Bolsonaro, constava ao lado de seu nome a frase: “pediu 15 mi p/ não ser candidato”. A anotação rapidamente viralizou e provocou uma onda de comentários nas redes sociais.

    Pollon reagiu na rede X, classificando a informação como falsa e afirmando que nunca solicitou qualquer quantia. Em entrevista, Flávio afirmou que a anotação teria sido baseada em relatos de terceiros. “O que aconteceu foi que as pessoas que estavam conversando comigo disseram isso ao Pollon. Anotei para não esquecer de avisar a ele sobre essa mentira contra ele”, explicou o senador.

    Apesar da declaração, a repercussão continuou, levando Pollon a recorrer ao Instagram, onde publicou vídeo reforçando a versão apresentada por Flávio.

    Sem o endosso declarado de Bolsonaro para disputar o Senado ou o governo estadual, Pollon encerra a semana como possível candidato a reeleição, tendo que se explicar publicamente, o que é ruim para quem almeja voos mais altos.

    Redação

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