web analytics
Mais

    Ex-prefeito Ângelo Guerreiro quer o voto bolsonarista, mas deixa Contar e Flávio Bolsonaro fora do material de campanha

    Candidato a deputado estadual pelo PSDB, ex-prefeito de Três Lagoas tem divulgado peças nas redes sociais sem a presença dos aliados que disputam o Senado e a Presidência.

    O ex-prefeito de Três Lagoas e candidato a deputado estadual Ângelo Guerreiro (PSDB) tem divulgado peças de campanha em suas redes sociais sem a presença de nomes como o candidato ao Senado Capitão Contar e o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro.

    O material físico do candidato também aparece sem Contar e Flavio Bolsonaro

    Guerreiro tem sua principal base eleitoral em Três Lagoas, onde Bolsonaro venceu Lula em 2022, nas publicações analisadas, os materiais divulgados pelo candidato aparecem sem a associação visual aos dois candidatos citados, além dos matérias físicos também não terem os candidatos de direita.

    Segundo dados disponíveis no portal Divulgacand, Guerreiro recebeu aproximadamente R$ 150 mil em recursos do fundo partidário destinados à campanha. Entre os principais gastos declarados até o momento estão R$ 57.440,00 pagos à Fênix Comunicação Visual Ltda., R$ 30 mil à Haut Marketing Ltda. e R$ 15 mil à Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.

    Divulgação esconde Contar e Flavio Bolsonaro

    Condenação por improbidade

    A campanha de Guerreiro ocorre ainda em meio a uma disputa judicial envolvendo sua gestão como prefeito de Três Lagoas.

    Em 15 de setembro, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) manteve, por unanimidade, a condenação do ex-prefeito por improbidade administrativa relacionada a contratos emergenciais para a coleta de lixo. A decisão foi tomada pela 4ª Câmara Cível e manteve a sentença de primeira instância.

    O processo envolve contratos firmados entre 2017 e 2019. A decisão mantida pelo TJMS prevê o ressarcimento de aproximadamente R$ 7,3 milhões aos cofres públicos, além de multa civil e suspensão dos direitos políticos por oito anos.

    De acordo com informações divulgadas sobre o processo, perícia judicial apontou diferenças entre os valores dos contratos emergenciais e propostas apresentadas posteriormente, com um dos cálculos indicando prejuízo superior a R$ 2,8 milhões.

    Redação

    Fato67, você por dentro de tudo.

    Últimas notícias

    spot_imgspot_img

    DEIXE UMA RESPOSTA

    Por favor digite seu comentário!
    Por favor, digite seu nome aqui

    Notícias relacionadas

    spot_imgspot_img