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    “Da Luiza quero distância”: print atribuído a Tiago Botelho cita “gabinete do ódio”; deputado diz desconhecer conversa

    O clima interno do PT em Mato Grosso do Sul é marcado por divergências após o primeiro turno das eleições de 2026. Um suposto print de uma conversa de WhatsApp atribuído ao deputado estadual eleito Tiago Botelho traz críticas à vereadora de Campo Grande Luiza Ribeiro, também filiada à sigla, e menciona um suposto “gabinete do ódio” que teria sido utilizado contra ele durante a campanha eleitoral.

    A conversa obtida com exclusividade pelo Fato67 é atribuída a Botelho e contém críticas à vereadora, além de afirmar que ele pretende manter distância da parlamentar em razão de sua postura durante o período eleitoral.

    “Da Luiza quero distância. O que ela fez comigo na campanha com o gabinete do ódio? Não vale tudo na política, e as urnas mostraram!”, diz o texto que aparece no suposto print.

    Procurado pelo Fato67 para comentar o conteúdo, Tiago Botelho afirmou desconhecer a mensagem e negou ter qualquer problema com a vereadora.

    “Não tenho nada contra Luiza Ribeiro. Desconheço essa mensagem. Luiza tem um mandato bonito de vereadora teve uma excelente votação que a classifica como um ótimo nome para ser candidata a prefeita de CG. Agora é reeleger Lula e ela vai nos ajudar com a votação expressiva.”, declarou o deputado estadual eleito.

    Questionado sobre a veracidade do print, Botelho resumiu “desconheço”.

    A vereadora Luiza Ribeiro foi procurada pelo Fato67 para se manifestar sobre o conteúdo do suposto print e as declarações atribuídas ao parlamentar. O espaço permanece aberto para a inclusão de seu posicionamento.

    Brigas no PT

    As tensões dentro do PT sul-mato-grossense não se limitam a uma única campanha. Nos bastidores partidários, também há divergências relacionadas às articulações eleitorais e às escolhas feitas pelo deputado federal Vander Loubet para as eleições.

    O parlamentar petista é o principal foco de críticas feitas por integrantes do PT, que o acusam de ter cometido erros na construção da chapa. Um dos erros apontados é a escolha de Fabio Trad para o governo e a insistência em seu próprio nome para o Senado. Os correligionários petistas dizem que Vander sabia que sairia derrotado das urnas. O petista perdeu a disputa ao Senado para dois bolsonaristas.

    Redação

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