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    O ex-governador Reinaldo Azambuja, entrou em uma fase daquelas em que a política deixa de ser xadrez e passa a parecer labirinto. Acostumado ao jogo pragmático do Centrão, onde tudo se resolve com conversa, café e composição, Azambuja decidiu migrar para o Partido Liberal (PL) imaginando que teria vida tranquila no maior partido do país, com fundo robusto, estrutura nacional e espaço garantido para seus aliados.

    No papel, parecia o cenário ideal. Na prática, o roteiro mudou.

    O PL de hoje não é apenas o partido com mais recursos; é também a casa do ex-presidente Bolsonaro e de uma militância que não joga exatamente pelas regras tradicionais da política. É a turma que diz não gostar de política, mas faz política 24 horas por dia e com régua ideológica na mão. Para quem sempre navegou pelo centrão, a maré mudou.

    Nos bastidores, o clima não é de tranquilidade absoluta. A candidatura ao Senado, que parecia natural meses atrás, já não é tratada como favas contadas. Há resistência interna e há disputa por espaço. E, se vier a confirmação, não está claro se contará com o entusiasmo dos bolsonaristas mais fiéis.

    Redação

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