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    LDO 2026: vereadores garantem recursos para áreas sociais e urbanas em Campo Grande

    A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou semana passada, na quinta-feira (3) a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2026, com um total de 275 emendas apresentadas pelos vereadores.

    A proposta, que orienta a elaboração do orçamento municipal, passou por duas votações — uma ordinária e outra extraordinária — e agora segue para sanção ou veto da prefeita Adriane Lopes (PP). O projeto, de autoria do Executivo e protocolado sob o número 11.777/25, recebeu sugestões nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, segurança pública, habitação, meio ambiente, mobilidade urbana e inclusão social.

    A proposta aprovada tem previsão de R$ 6,66 bilhões em receitas para o próximo ano, valor ligeiramente inferior ao estimado para 2025. O relator da matéria, vereador Otávio Trad (PSD), detalhou que 277 emendas foram inicialmente contempladas no relatório, mas duas acabaram excluídas na votação final.

    Entre os destaques estão 74 emendas voltadas ao desenvolvimento e sustentabilidade, 51 para a saúde, 46 para ações sociais e cidadania, e 33 para o programa “Campo Grande Mais Integrada”.

    Durante a votação, quatro emendas sobre o percentual de suplementação orçamentária foram debatidas em separado. A emenda da Comissão de Finanças foi aprovada e fixou o limite em 15% do total de despesas. Outras propostas, que sugeriam limites menores, de 10% foram rejeitadas.

    O vereador Jean Ferreira (PSDB) também teve uma emenda aprovada que impede cortes orçamentários em programas de proteção ambiental, exceto nos casos previstos por lei. Segundo Otávio Trad, 317 emendas foram protocoladas no total. Destas, 34 foram consideradas inaptas por problemas formais e seis foram unificadas por tratarem de temas semelhantes.

    Ele destacou o envolvimento dos parlamentares e o caráter participativo da construção da LDO, que contou com audiência pública no dia 16 de maio e recebimento de sugestões populares.

    Já o presidente da Câmara, Epaminondas Neto, o Papy (SD), ressaltou a importância da LDO para a organização das contas públicas. “É um instrumento que define os rumos da administração e que precisa ser debatido com responsabilidade. Todos os vereadores contribuíram para que os recursos sejam melhor aplicados em benefício da população”, disse.

    Se a prefeita Adriane Lopes vetar alguma emenda, o texto retorna à Câmara para nova avaliação, podendo os vetos serem mantidos ou derrubados.

    Danielle Andréa

    "Totus Tuus Mariae"! Cristã católica, dinda, gateira e colunista.

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