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    Nelsinho e Tereza participam de comitiva do Senado aos EUA para negociar tarifaço de Trump

    Os senadores Nelsinho Trad (PSD) e Tereza Cristina (PP) vão participar da comitiva oficial do Senado que embarca no dia 29 de julho para Washington, nos Estados Unidos, com o objetivo de negociar a suspensão da tarifa de 50% imposta pelo presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros, especialmente a carne bovina. A medida, que entra em vigor em 1º de agosto, ameaça a competitividade do setor produtivo e já provoca impactos em Mato Grosso do Sul.

    A missão, aprovada em plenário, ocorre mesmo durante o recesso parlamentar e vai até o dia 31 de julho. A iniciativa foi articulada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado, presidida por Nelsinho e tendo Tereza Cristina como vice. Ambos representantes de Mato Grosso do Sul, estado que concentra parte expressiva das exportações de carne para os Estados Unidos.

    Na manhã desta quarta-feira (16), o tema foi tratado em reunião entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), Nelsinho Trad, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e outros parlamentares. A avaliação é que o diálogo entre congressistas brasileiros e norte-americanos pode avançar mais do que as conversas centralizadas entre os presidentes dos dois países.

    Além de negociar a prorrogação ou suspensão da tarifa, a missão também busca consolidar um grupo interparlamentar Brasil–Estados Unidos, com foco em diplomacia econômica, proteção de empregos e estabilidade no comércio internacional.

    Impacto no MS e alerta ao setor produtivo

    Com a proximidade do tarifaço, frigoríficos de Mato Grosso do Sul começaram a suspender as exportações para o mercado norte-americano. A decisão pode pressionar a queda dos preços da carne no mercado interno e afetar a rentabilidade da cadeia produtiva.

    Apesar disso, o Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados de MS (Sincadems) afirmou que os abates seguem normalmente nas plantas frigoríficas. Apenas as unidades habilitadas a exportar para os Estados Unidos devem reduzir suas escalas.

    Redação

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