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    Políticos de MS se dividem sobre polêmica envolvendo comercial da Havaianas

    A repercussão do novo comercial da Havaianas ultrapassou as redes sociais e chegou ao meio político, no Estado a polêmica dividiu parlamentares e lideranças entre críticas e defesas à campanha publicitária. O vídeo passou a ser alvo de questionamentos de setores da direita, que classificaram a peça como “lacração”.

    O comercial conta com a participação da atriz Fernanda Torres, conhecida por seu apoio público, declarado e recorrente ao presidente Lula (PT). Na campanha, a atriz faz referência a “entrar em 2026” não “com o pé direito”, mas “com os dois pés para onde você quiser”, mensagem interpretada por críticos como um aceno político. Parlamentares de direita destacam que artistas, em geral, sofrem pressão do meio cultural e publicitário para declarar apoio a partidos e lideranças como o PT e o presidente Lula.

    Entre os críticos está o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL), que publicou um vídeo nas redes sociais jogando no lixo pares de chinelos da marca. Apesar de afirmar que sempre utilizou o produto, o parlamentar disse que decidiu deixar de consumir a Havaianas após a publicdade. “Aqui na minha casa, Havaianas não entra mais”, declarou. O vídeo teve ampla repercussão, o reels publicado por Nogueira acumulou mais de 226 mil curtidas.

    O deputado federal Marcos Pollon (PL) adotou tom semelhante e sugeriu, em suas redes sociais, a substituição da marca por uma empresa de chinelos sul-mato-grossense.

    Do outro lado, políticos ligados ao PT usaram as redes sociais para sair em defesa da Havaianas. O pré-candidato ao governo pelo partido, Fabio Trad postou uma foto com o chinelo em uma das mãos e fazendo o L em outra, com a legenda “A extrema direita é mais burra que uma porta. Por isso, eu canto e faço o L . Só assim para não baixar o nível.” a foto acumula mais de 9.400 curtidas.

    A deputada federal Camila Jara (PT) ironizou as críticas e classificou o episódio como “nova pauta da extrema-direita”, a publicação da parlamentar, no entanto, teve alcance bem menor, chegando a pouco mais de 1.300 pessoas.

    Em Campo Grande, o vereador Landmark Rios (PT) publicou uma foto de familiares usando chinelos da marca. Já o deputado estadual Pedro Kemp (PT) compartilhou um meme com teor provocativo, ampliando a polarização em torno do tema.

    A controvérsia evidencia como campanhas publicitárias e o engajamento político de artistas têm se tornado elementos centrais da disputa ideológica no país, refletindo diretamente no debate público, no alcance das mensagens nas redes sociais e no comportamento de consumo, inclusive entre lideranças políticas de Mato Grosso do Sul.

    Redação

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