Em entrevista ao Fato67, o ex-deputado estadual Capitão Contar e Vivi Tobias comentaram a rejeição do nome de Jorge Messias ao STF pelo Senado Federal, além da derrubada do veto ao projeto da dosimetria.
Para Contar, a decisão do Senado representa uma derrota dura de Lula. Segundo ele, o episódio vai além de um simples recado institucional.
“Eu não vejo como um recado, eu vejo como uma paulada mesmo, o brasileiro não aguenta mais. Nós precisamos mudar de verdade o nosso país”, afirmou.
Durante a entrevista, o ex-deputado também destacou a articulação de grupos políticos como caminho para mudanças futuras.
“Por isso que a gente está aqui se unindo, a gente está aqui construindo um grande grupo para poder chegar lá, devolver um Brasil melhor para os nossos filhos”, disse.
Contar que é pré-candidato ao sendo pelo PL, ainda mencionou a importância de ampliar a presença no Congresso Nacional e defendeu o fortalecimento das instituições.
“E também torcer aí que o Flávio Bolsonaro seja eleito, que a gente ocupe os espaços no Congresso e faça essa segurança que o Brasil tanto precisa. Segurança se temos liberdade, temos jurisprudência, temos um STF, os órgãos funcionando sem ser puxadinhos de partido de ninguém”, completou.
Já Vivi Tobias avaliou que as decisões do Congresso refletem diretamente a insatisfação popular com o cenário político e judicial.
“Por isso é a importância da união da direita, porque isso foi uma clara resposta de uma pressão popular que não aguenta mais o desgoverno do Lula e a tirania dos togados”, afirmou.
Ao comentar a derrubada do veto ao projeto da dosimetria, Vivi ponderou que a medida não representa o ideal, mas pode trazer alívio a famílias afetadas.
“Veja bem, a dosimetria não é justiça e nem o ideal, porque essas pessoas não cometeram crime nenhum, mas ela vai trazer calmaria, conforto para esse inferno que os familiares estão vivendo”, disse.
Ela também ressaltou o impacto da medida para parentes de presos.
“Principalmente pai, mãe, marido, esposa, filhos dessas pessoas, desses presos injustiçados estão vivendo. Então que bom que essas pessoas vão poder retornar para o braço de seus familiares”, concluiu.

