Com a pré-candidatura do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) ao Senado selada, nomes começam a ganhar força nos bastidores para compor a chapa como suplente. Pelo menos três lideranças despontam como possíveis escolhas para a vaga estratégica.
Entre os cotados estão o ex-secretário de Estado de Fazenda, Felipe Mattos; a vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL); e o ex-secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck (Republicanos).
Durante visita à Capital, o senador Flávio Bolsonaro reforçou que uma das vagas deve ser ocupada pelo ex-governador. Já a segunda cadeira segue indefinida, sendo disputada, até o momento, pelo deputado federal Marcos Pollon e pelo ex-deputado estadual Capitão Contar. Segundo Flávio, a escolha deve levar em conta o desempenho em pesquisas eleitorais, além de uma decisão final do ex-presidente Bolsonaro.
Nos bastidores, a disputa pela suplência também ganha relevância diante da possibilidade de projeção nacional. Isso porque, historicamente, Mato Grosso do Sul tem ocupado espaços no primeiro escalão do governo federal, passando pelas gestões de Michel Temer, Bolsonaro e Lula.
Ainda que o cenário esteja em construção, o nome de Reinaldo Azambuja já circula em Brasília, o que intensifica o interesse pela vaga de primeiro suplente. Assim como ocorre com a definição da segunda candidatura ao Senado, a escolha do suplente deve avançar apenas nos próximos meses, à medida que as articulações políticas evoluam.

