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    Artemis 2 e nossa incapacidade de um simples diálogo

    Ontem, segunda-feira (6), a tripulação da nave Orion, da Artemis II, atingiu, às 20h02, o ponto mais próximo da Lua durante um sobrevoo do satélite natural. A sonda Orion se aproximou cerca de 6.550 km da Lua.

    Reid Wiseman, comandante da nave, ficou completamente impressionado com o que viu.

    “Na Estação Espacial Internacional, estamos a 250 milhas náuticas de altitude, e essa é a vista mais linda que um ser humano pode experimentar.”

    As imagens que estão circulando na internet mostram uma parte da Lua nunca antes vista aos olhos humanos.

    Em meio a esse marco, que entrou para os livros de história, este humilde colunista passou a refletir sobre algumas questões.

    Como conseguimos ir tão longe em uma nave, mas não conseguimos ir tão longe em um simples diálogo?

    A maioria das guerras que estão acontecendo no mundo, no momento, não está aberta a nenhum tipo de conversa, por mais que alguns digam o contrário.

    Conseguimos ter acesso à Lua, mas não conseguimos ter acesso ao saneamento básico. Pessoas vivem em situação de rua. Conseguimos visualizar o lado escuro da Lua, nunca antes visto, mas não conseguimos acabar com o preconceito de todas as naturezas.

    Quem me conhece sabe que sou extremamente fascinado pelo universo. Gosto de estudar e me aprofundar no assunto.

    É aquela coisa, querido leitor: conseguimos ir tão longe no espaço, mas não conseguimos resolver nossas diferenças no jantar.

    Porém, fica aqui o desejo de que, em vez de acessar o lado escuro da Lua, esteja na hora de acessar o lado escuro da nossa mente e tentar, de alguma forma, de uma vez por todas, entender que somos todos iguais.

    Rahyran Chama

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